1. Cibercrime está a crescer. E a procura de profissionais qualificados também. Mas sabe que competências exigir (para além de domínio de linguagem de programação)?  SAPO
  2. Ciberataques estão a aumentar e empresas portuguesas não estão preparadas para a “guerra híbrida”  Público
  3. A minha empresa foi atacada…e agora?  Jornal de Negócios
  4. "Ciberguerra": Este é o novo conceito que está a preocupar 62% das empresas portuguesas  SAPO
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A cibersegurança já integra o léxico das empresas e dos meios de comunicação social graças à aceleração da transformação digital - em muito provocada pela pandemia - registada por diferentes sectores de actividade, e até pelo facto de grandes empresas e alguns meios de comunicação terem sido alvo de ataques cibernéticos. Leia o artigo de opinião de iago Elias, Country manager da Targa Telematics Portugal.

Cibercrime está a crescer. E a procura de profissionais qualificados também. Mas sabe que competências exigir (para além de domínio de linguagem de programação)? – Human Resources

Mais de 50% dos profissionais portugueses não estão confiantes de que o Governo possa defender-se na ciberguerra. Os dados são do novo relatório da tecnológica Armis sobre o estado da cibersegurança.Mais de 50% dos profissionais portugueses não estão confiantes de que o Governo possa defender-se na ciberguerra. Os dados são do novo relatório da tecnológica Armis sobre o estado da cibersegurança.

Com ciberataques a aumentar, empresas não estão preparadas para a “guerra híbrida” | Cibersegurança | PÚBLICO

Não há soluções 100% seguras e mais cedo ou mais tarde, todas as empresas acabam por sofrer um ciberataque. Importa, por isso, saber como atuar.Não há soluções 100% seguras e mais cedo ou mais tarde, todas as empresas acabam por sofrer um ciberataque. Importa, por isso, saber como atuar.

A minha empresa foi atacada…e agora? - AON - Jornal de Negócios

Estudo que inquiriu mais de seis mil profissionais em 14 países, incluindo Portugal, revela que 33% das organizações a nível global não levam a sério a ameaça de uma possível ciberguerra.Estudo que inquiriu mais de seis mil profissionais em 14 países, incluindo Portugal, revela que 33% das organizações a nível global não levam a sério a ameaça de uma possível ciberguerra.

Ciberguerra preocupa 62% das empresas portuguesas

A Armis, empresa de visibilidade de ativos e segurança, apresentou nesta terça-feira (24/1) o relatório Armis State of Cyberwarfare and Trends: 2022-2023A Armis, empresa de visibilidade de ativos e segurança, apresentou nesta terça-feira (24/1) o relatório Armis State of Cyberwarfare and Trends: 2022-2023, qu

A guerra cibernética é uma realidade e tende a piorar, afirma estudo da Armis - Inforchannel

Os incidentes de cibersegurança nos anos de 2020, 2021 e 2022 foram facilitados pela pandemia COVID-19 (e como tal pelas medidas implementadas pelas organizações, como forma urgente de viabilizar as suas operações sustentadas em recursos tecnológicos, muitas vezes medidas avulso e de curto alcance) e as consequências decorrentes destas alterações refletir-se-ão nos anos vindourosOs incidentes de cibersegurança nos anos de 2020, 2021 e 2022 foram facilitados pela pandemia COVID-19 (e como tal pelas medidas implementadas pelas organizações, como forma urgente de viabilizar as suas operações sustentadas em recursos tecnológicos, muitas vezes medidas avulso e de curto alcance) e as consequências decorrentes destas alterações refletir-se-ão nos anos vindouros

Monitorização de segurança: o novo normal